terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mais de 70% de alunos homossexuais vítimas de “bullying” nas escolas

De acordo com notícia no Jornal Público de dia 8.12.2011, as Nações Unidas revelaram que mais de 70% dos alunos homossexuais dizem ser vítima de “bullying” nas escolas.
À frente dos esforços da ONU está a Agência para a Educação e Cultura (UNESCO), cujo director em Nova Iorque, Philippe Kridelka, afirmou que as vítimas de assédio homofóbico apresentam maiores taxas de abandono escolar e que este é “um dos maiores factores que levam ao suicídio entre os jovens”.

Por causa da orientação sexual ou identidade de género, jovens “são frequentemente sujeitos a violência dentro de escolas e universidades”, o que “viola o direito à Educação e a um ambiente de aprendizagem são”.

Em muitos países da OCDE, a percentagem de alunos gay que dizem ser vítimas de assédio homofóbico supera os 70%, “nalguns 90%”, disse Kridelka. “As consequências podem ser desastrosas para os indivíduos e para a sociedade”, afirmou.

Qual é a vossa opinião sobre este tema? E a nossa escola é tolerante ou acham que existem vítimas deste tipo de bulling?

Consultar notícia completa: Jornal Público

Votos de um Bom Trabalho para o 2º Período

Um novo ano, novas esperanças, novos sonhos e também novas Dúvidas!! E cá estamos nós por vos ajudar!!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia Mundial da Luta Contra a SIDA

Assinala-se hoje, dia 1 de Dezembro, o Dia Mundial da Luta Contra a SIDA. Previne-te!! Não deixes para amanhã!!!

Verifica os números da SIDA no Mundo:


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Comemoração do Dia do Não Fumador

O Gabinete 100Riscos em colaboração do grupo de Educação de Física vai assinalar o Dia do Não Fumador com a realização de um passeio de BTT e uma Caminhada pela cidade de Reguengos de Monsaraz.
Se queres participar inscreve-te no Gabinete 100riscos ou com o teu prof. de Educação Física.
Contamos contigo!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Corte nas Emoções

É a dificuldade em lidar com as emoções negativas que conduz os adolescentes a automutilarem-se. Não se trata de uma tentativa de suicídio, mas de uma manifestação de sofrimento. E, muitas vezes, um pedido de ajuda.
A adolescência é um período de mudança radical na vida de rapazes e raparigas. A causa primeira dessa mudança são as alterações que o corpo sofre em consequência da puberdade, perdendo as características infantis e ganhando contornos de adultos. Com a puberdade vem o despertar para a sexualidade. E um conjunto de emoções por vezes tão contraditórias que o adolescente vive como que numa montanha russa.
Lidar com esta idade não é fácil. Os adultos exercem pressão, os pares também. E o adolescente tem dificuldade em encontrar o seu lugar no mundo. Para alguns, a transição faz-se, no entanto, sem comportamentos limite, mas outros há que lidam com o tumulto emocional de uma forma arriscada. É o que acontece com os que se mutilam a si próprios, recorrendo a qualquer objecto afiado para se cortarem ou queimando-se com cigarros ou isqueiros.
Tudo serve quando o impulso desponta: uma faca, uma tesoura, uma agulha ou uma lâmina de barbear, até a ponta de um clip ou a argola de uma lata de refrigerante. Pode começar como um impulso, mas certo é que se transforma num comportamento repetitivo: quem se corta uma vez corta-se muitas mais. Sobretudo no tronco, braços e pernas, as regiões do corpo mais acessíveis mas também aquelas em que é mais fácil esconder as marcas.
Nem sempre há dor, mas a mutilação esconde emoções dolorosas. E quando há dor física, ela distrai da dor psicológica. A vantagem é que a dor física é concreta e visível e a psicológica demasiado abstracta para descrever e compreender.
São sobretudo os adolescentes que assim se mutilam, dada a volatilidade das emoções, os conflitos com os pais e outras figuras da autoridade e a urgência de pertencer ao grupo de pares. Todavia, também os adultos podem adoptar estes comportamentos. No que respeita às diferenças entre géneros, há uma ligeira predominância das raparigas, mas não é suficiente para se estabelecer um padrão.
Um hábito que pode conduzir ao suicídio.

A automutilação não é sinónimo de tentativa de suicídio, acontecendo com frequência sob a influência de álcool ou drogas. Mas é um comportamento de risco para uma acção mais deliberada no sentido de pôr termo à vida. E mesmo sem este desfecho, existe a possibilidade de complicações sérias. De infecções, se os cortes e demais feridas não forem bem tratados. De hemorragia, sobretudo se algum dos principais vasos sanguíneos for afectado, além de que podem ficar marcas permanentes no corpo.
A vergonha é um sentimento comum após o acto de mutilação. Depois da calma, é também comum que surja a culpa. A auto-estima fica ainda mais em baixo, o que não ajuda quem já se sente mal.
E porque os cortes aliviam a tensão, a automutilação pode tornar-se um hábito. O adolescente pode ficar como que viciado, dependente, a ela recorrendo sempre que emoções negativas o assaltam. O que acontece é que, sempre que a tensão aumenta, o cérebro reclama alívio e desencadeia o corte. É por isso que não é fácil pôr fim a este comportamento de risco.

Primeiro é preciso que o adolescente o reconheça. E ainda que cortar-se seja uma chamada de atenção, a primeira preocupação é esconder os vestígios, normalmente através do vestuário. Mas, eventualmente, o adolescente é descoberto. Começa por negar, atribuindo as marcas a acidentes. Há alguns, porém, que as exibem deliberadamente.


Aprender a lidar com as emoções

É igualmente possível que acabe por desabafar com alguém. E fá-lo porque precisa de ser compreendido e precisa de ajuda para deixar de se magoar. É preciso coragem e confiança para dar este passo, porque a primeira reacção dos outros pode ser de desapontamento, choque, raiva, rejeição, julgamento.
Partilhar o problema pode ser meio caminho andado para a solução. Mas abandonar o comportamento de risco pode não acontecer de um dia para o outro, sobretudo se estiver associado a um problema do foro neurológico como a depressão.
Alguns adolescentes encontram uma razão forte para deixarem de se mutilar, encontram escapes mais saudáveis para lidar com as emoções. Mas é preciso tempo e, por vezes, ajuda profissional. Entre os medicamentos (por exemplo com anti-depressivos) e a psicoterapia é possível ver luz ao fundo do túnel.

Sinais de alerta

Um adolescente que se corta tende a esconder as marcas deste comportamento. Pode não ser fácil identificar o problema, mas é preciso estar atento se o adolescente:

*Exibe marcas de cortes ou queimaduras;
*Apresenta novas feridas;
*Afirma sofrer acidentes frequentes;
*Anda sempre com objectos afiados à mão;
*Usa roupa com mangas compridas mesmo nos dias mais quentes;
*Ter problemas relacionais e dificuldade em gerir as suas emoções.

Perante a suspeita, o passo seguinte pode ser confrontar o adolescente. Mas com calma, sem julgamentos, ameaças ou acusações. Mostrando compreensão e oferecendo apoio para superar este momento difícil. Um momento que, naturalmente, assusta os pais mas que acontece porque os filhos estão, eles próprios, assustados.

Retirado de : http://www.anf.pt/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=978

domingo, 23 de outubro de 2011

Jovens até aos 24 anos fizeram 33% do total de abortos em 2010

Segundo a DGS, foram feitas 19.436 interrupções voluntárias da gravidez em 2010. Destas, 6.519, ou seja, 33,5 por cento, foram feitas em raparigas até aos 24 anos.  Os dados da Direcção-Geral de Saúde confirmam uma tendência que já vinha de 2009. E significam o quê? “Significam que os cuidados de saúde primários, que têm um papel crucial em termos de planeamento familiar, estão a falhar rotundamente, como está a falhar a educação nas escolas”, aponta Luís Graça, médico obstetra. 
Constatando que os jovens “são mais propensos ao risco e a negligenciarem a prevenção”, o responsável do serviço de obstetrícia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, aponta ainda o dedo “aos disparates que todos os dias se vêem reproduzidos na imprensa 'light' e que dizem que a pílula faz borbulhas ou que faz engordar...”. “São tudo coisas que fazem com que as pessoas não procurem essa protecção e que depois as colocam na situação pior de terem que recorrer ao aborto”, insurge-se.
 Público(P3) 2011-10-17

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Sessão de Educação para a Saúde

Alunos dos 9º e 10ºAnos
"Distúrbios Alimentares e suas Implicações Psicológicas"

Dia 19 de Outubro de 2011 das 10 às 11.30Horas, no Auditório Municipal de Reguengos de Monsaraz

domingo, 16 de outubro de 2011

Comemoração do Dia Mundial da Alimentação

Dia 17 de Outubro, pelas 9.30h, vamos comemorar o Dia Mundial da Alimentação na nossa escola, porque "Saber Comer é Saber Viver".
Vamos todos participar!!!

"Vai uma frutinha?"


domingo, 9 de outubro de 2011

Educação Sexual ? Sim ou Não

Perante o discutido na aula passada , 10ºA , segunda-feira iremos analisar os prós e contras da educação sexual nas escolas? Não se esqueçam de se preparar com aspectos a favor e aspectos contra.