quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Atividade física melhora autoestima

Um estudo feito com adolescentes obesos no Canadá mostrou que, mesmo quando não leva à perda de peso, a atividade física pode melhorar a autoestima, as habilidades sociais e até o desempenho escolar dos garotos. Os adolescentes que participaram da pesquisa fizeram exercícios duas vezes por semana, ao longo de dois meses e meio. A atividade era de leve a moderada, sempre supervisionada pelos especialistas, e os participantes podiam parar se quisessem. Antes e depois do programa de dez semanas, os adolescentes fizeram uma autoavaliação sobre seu desempenho na escola, na vida social e nos desportos, além de dar uma definição sobre sua imagem corporal e sua autoestima. Os participantes perceberam uma melhora nesses aspectos psicológicos, embora a atividade não tenha provocado grandes mudanças no físico dos adolescentes. “Se você conseguir aumentar sua atividade física e melhorar sua forma ainda que minimamente, vai te ajudar a melhorar sua saúde mental”, concluiu. O estudo foi publicado pelo “Journal of Pediatric Psycology”.

De regresso...

Depois de umas férias merecidas, o Gabinete 100Riscos regressou ao trabalho! Agora com novas instalações, junto à secretaria. Esperamos por ti!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Boas Férias

O fim do ano letivo chegou e o blog do 100Riscos vai de férias! Esperamos por todos em Setembro.
Boas Férias para todos.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

domingo, 3 de junho de 2012

Colesterol envolvido na doença de Alzheimer

Retirado de: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/colesterol-envolvido-na-doenca-de-alzheimer-1548528

Na doença de Alzheimer, ocorre a acumulação no cérebro de uma proteína que destrói os neurónios e degenera progressivamente as funções corporais em geral. Para sua surpresa, uma equipa de cientistas descobriu agora que o colesterol tem um papel importante na produção desta proteína - a beta-amilóide -, o que o torna um possível alvo para travar o desenvolvimento desta doença. A descoberta é publicada nesta sexta-feira, revista Science, pela equipa que revelou a estrutura tridimensional de uma proteína que vai dar origem à beta-amilóide.

Não se conhecem as causas exactas da doença de Alzheimer, caracterizada por perda de memória, desorientação, depressão e deterioração das funções corporais. Só depois da morte de um doente de Alzheimer é que se comprova a doença, através da análise de amostras do cérebro, para verificar a presença de placas de beta-amilóide.

Numa situação normal, a proteína beta-amilóide é degradada continuamente, mas certas variações genéticas podem alterar esta dinâmica. “Qualquer coisa que diminua a produção da beta-amilóide pode ajudar a prevenir, ou tratar, a doença de Alzheimer”, defende um dos autores do estudo, Charles Sanders, da Universidade de Vanderbilt, em Nashville (Estados Unidos), citado num comunicado.

A equipa de Sanders analisou a proteína precursora da beta-amilóide (APP, a sigla em inglês). Em apenas dois passos (provocados por enzimas diferentes), a APP transforma-se primeiro na proteína C99, e depois na beta-amilóide.

Os cientistas revelaram agora como é a estrutura tridimensional da proteína C99, que está parcialmente imersa na membrana celular dos neurónios. Ao estudarem a C99, perceberam que havia um local nela onde o colesterol se ligava. “Há muito tempo que se pensa que, de alguma forma, o colesterol promove a doença de Alzheimer, mas os mecanismos não eram claros”, disse Sanders. “A ligação do colesterol à C99 talvez seja uma das maneiras de tornar a doença mais provável.”

A membrana celular é uma estrutura muito dinâmica. É constituída, na sua base, por duas camadas de moléculas de gordura que compõem o invólucro que dá forma às células. O que a equipa propõe é que o colesterol, ao ligar-se à proteína C99, permite que ela se desloque pela membrana celular e se dirija para regiões específicas das células se concentram muitas outras moléculas. E é aqui que existem as enzimas que, por sua vez, transformam essa proteína na beta-amilóide, que se acumula nas regiões do cérebro que controlam a memória e a aprendizagem, o que leva ao aparecimento da doença de Alzheimer.

A equipa pensa que, quando a C99 não tem colesterol à volta, ela fica em qualquer sítio da membrana celular. “Se pudéssemos desenvolver um fármaco que impedisse esta ligação, seria possível travar a proteína de ir para estes domínios”, refere Sanders. “Em vez disso, a proteína seria clivada [cortada] por uma boa enzima e não produziria a beta-amilóide.”

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Corrida da Criança

Vai decorrer a 2ª Corrida da Criança.Vamos lutar pelo fim da obesidade infantil!
A corrida realiza-se no dia 20 de Maio de 2012, nos Jardins do Casino Estoril, com ínicio às 10h00, num percurso de aproximadamente 1,5 KM.

http://www.corridadacrianca.com/

Machismo na escola: como esse comportamento interfere a vida adulta

Meninos sempre a jogar à bola, meninas sempre a brincar com as bonecas. Desde cedo, pais e professores reproduzem os estereótipos que marcam na vida adulta. Concordas com esta afirmação?

segunda-feira, 7 de maio de 2012

“Não é consensual que a sexualidade deva ser «ensinada» nas escolas”

José Machado Pais lança, «Sexualidade e Afectos Juvenis», um livro que aborda as imagens corporais na construção da identidade juvenil, as estratégias de sedução e os próprios actos de nomeação (alcunhas) nas relações sociais. Como surgiu a ideia para este livro? Um dia, a minha filhota, teria para aí uns 10 anos, apareceu-me em casa com um misterioso bilhetinho que uma colega lhe dera. Intrigada, pediu-me que o lesse e lhe explicasse o que significava, se era sociólogo deveria saber. Na manuscrita folha de caderno surgia um pedido: deveria escrever seis cópias, passando-as depois a colegas. Só assim teria sorte no amor. Teria ainda de dormir com a oração debaixo da almofada e escrever o nome do rapaz que desejasse conquistar no pé esquerdo. Se rompesse a cadeia teria muitos desgostos de amor. Lembro-me de lhe ter pedido para não deitar fora o bilhetinho, eu o guardaria como relíquia de uma adolescência. E assim nasceu este livro, em busca das experiências afetivas dos jovens, das suas idealizações, dos seus desejos e temores, das suas paixões e desgostos de amor. Para ler o artigo completo clique no link http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54059&op=all#